Génese
A conjugação de várias circunstâncias nos anos idos de 1989, relacionadas com a promulgação do decreto-lei 26/89 e com a rápida resposta de algumas das instituições da sociedade civil local, permitiu a emergência deste novo e inovador projeto educativo em terras do Alto Tâmega. Formalizada a candidatura pela Câmara Municipal de Chaves e aprovada pelo GETAP, o Contrato-Programa para a criação da Escola Profissional de Chaves foi assinado, no Porto, em 26 de setembro de 1989. Em 25 de outubro seguinte, seleccionados os alunos e professores e equipada a Escola, foi feita a abertura solene das atividades da Escola Profissional de Chaves pelo Secretário de Estado da Reforma Educativa, Dr. Pedro D'Orey da Cunha, acompanhado pelo Director Geral do GETAP, Dr. Joaquim Azevedo. Posteriormente, por aditamento ao Contrato-Programa, associaram-se à Câmara Municipal de Chaves, como promotores titulares da escola, a Santa Casa da Misericórdia de Chaves e Boticas e as duas associações empresariais, hoje fundidas numa única, a ACISAT, na altura Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agrícola do Alto Tâmega e hoje Associação Empresarial do Alto Tâmega.
Com a publicação do Decreto-Lei 4/98 a Escola foi obrigada a mudar o seu regime jurídico, passando a orientar-se segundo o estipulado neste diploma legal. Assim os Promotores da Escola constituíram a Associação Promotora do Ensino Profissional para o Alto-Tâmega cujos proprietários são as instituições então promotoras. A partir do dia 1 de setembro de 1999 a Escola passou a fazer parte da referida Instituição. Para este efeito foram criados estatutos próprios, foi reformulada a sua estrutura orgânica e adotados alguns dos princípios do Decreto-Lei 4/98.



